Stock Car Volta à Goiânia

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Dia 10 de novembro, a penúltima etapa da Stock Car, marcará o retorno do autódromo de Goiânia como sede da principal categoria do automobilismo brasileiro. No ano em que completa 39 anos, o quase quarentão Autódromo Internacional Airton Senna que, recentemente, passou pela sua pior fase, quase sendo vendido num desastroso episódio, dá a volta por cima, mostra novo fôlego e vive a expectativa de reviver os dias gloriosos do passado.

Devido a um crescimento desordenado e a falta de um Plano Diretor, o Autódromo encontra-se espremido entre os condomínios de luxo que foram surgindo com o passar dos anos. Mal cuidado e necessitando de reformas, ele vinha, já há muito tempo, sendo invadido por arruaceiros e vândalos que usavam o lugar, clandestinamente, para promover festas e, consequentemente, causando a degradação de um dos maiores patrimônios do povo goiano.

Reunião com Agentes em Anápolis

 

No dia 05 de julho de 2013 estivemos reunidos durante toda a tarde, com os colegas Agentes de Trânsito de Anápolis – GO, na companhia do Secretário Geral da Força Sindical Goiás – Rherman Sousa e do companheiro Robson Rodrigues de Oliveira.

Conhecemos um pouco da realidade e dos problemas dos colegas Anapolinos, conversamos sobre a estruturação sindical da entidade deles, que também é filiada a Força Sindical Goiás, e discutimos principalmente sobre o apoio conjunto nos projetos de interesses da nossa categoria no Estado de Goiás.

Outros encontros foram agendados para as próximas semanas.

Clauber Maia - Diretor Presidente

 
 

Edital de Eleição

 

O Presidente da Comissão Eleitoral - Christian Douglas Bittow Mundim, no uso de suas atribuições legais, convoca todos os filiados ao SINATRAN – Sindicatos dos Agentes de Trânsito de Goiânia, para as eleições da Diretoria e Conselho Fiscal, que se realizará no dia 11/12/2012, das 08hs às 17hs no PA Portugal, sito à Avenida Portugal Lt 48, Setor Oeste – Goiânia – Goiás, nos ditames dos art. 28 a 33 do Estatuto e Regimento Eleitoral.

Os candidatos à Diretoria organizar-se-ão em chapas com indicação de fiscais para acompanhar o processo eleitoral, enquanto os candidatos ao Conselho Fiscal são individuais, cujos registros deverão ocorrer na Secretaria da Comissão Eleitoral na sede do sindicato das 8h às 12h e das 14h às 17h dos dias úteis até 27/11/2012 nos ditames do Estatuto e Regimento Eleitoral, sendo vitoriosa a chapa que obtiver maioria simples e os três candidatos a conselheiros mais votados.

Em caso de empate, haverá segunda votação, no mesmo local e horário no dia 15/12/2012.

Goiânia, 05 de novembro de 2012.

 

Christian Douglas Bittow Mundim
Presidente da Comissão Eleitoral

 

Radar na Via Não Precisa Mais de Aviso. Respeite os Limites

 

Desde 22/11/06, os órgãos e entidades executivos de trânsito e rodoviários eram obrigados a informar a existência de fiscalização eletrônica de velocidade, de maneira associada ao limite máximo permitido para cada via, observando o cumprimento de distâncias mínimas entre a sinalização vertical e o equipamento medidor de velocidade, exigência esta constante da Resolução do Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN n. 214/06, que alterou a norma que versava sobre o tema (Resolução n. 146/03).

No final de 2011, entretanto, novas mudanças ocorreram, tendo em vista a revogação de ambas as Resoluções pela de n. 396/11, em vigor a partir de 22/12/11, com prazos de adequação para algumas novas exigências, que veremos a seguir.

A principal alteração ocorrida foi justamente a abolição da obrigatoriedade de placa indicativa da existência da fiscalização eletrônica, o que, no entender de muitos profissionais do trânsito, é realmente o mais correto: o usuário da via pública deve respeitar os limites de velocidade estabelecidos para cada via (assim como deve cumprir toda a legislação de trânsito que lhe é aplicável), independente de estar sendo ou não fiscalizado. Informar a existência do “radar” é o mesmo que dizer explicitamente: onde estiver o “radar”, reduza a velocidade; nos outros trechos da via, fique à vontade para praticar a velocidade que quiser, pois não será fiscalizado.

Neste artigo, pretendo, a partir destas considerações iniciais, apresentar a atual regulamentação para a fiscalização de velocidade.

Julyver Modesto de Araujo
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Anexos: 


Mais textos deste autor:
A Esfinge e o Código de Trânsito
Reflexões Sobre Trânsito
Qual é o Seu Nível de Permissividade no Trânsito?
Os Veículos Prestadores de Serviços Públicos e as Infrações de Trânsito
 

 

Barulho Demais, Saúde de Menos

 

Estresse, insônia e infecções compõem “encrencas” que poluição sonora pode causar

Decibéis muito acima do tolerável ocupam hoje o terceiro lugar no ranking de problemas ambientais que mais afetam populações do mundo inteiro, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) a poluição do ar e a da água estão na dianteira. Não se trata de simples incômodo.

Barulho mata. Só por infarto, são 210 mil vítimas fatais todo ano aponta um relatório da OMS que deveria, este sim, sair da surdina para soar em alto volume.

A poluição sonora ainda não recebeu a devida atenção, lamenta o neurofisiologista Fernando Pimentel- Souza, da Universidade Federal de Minas Gerais, um dos maiores estudiosos brasileiros dos efeitos da poluição acústica na saúde humana.

Com tanto zunzunzum de carros, buzinas, telefones, eletrodomésticos, tocadores de MP3, um número incalculável de pessoas passou a sofrer, além dos óbvios distúrbios auditivos, de dor de cabeça crônica, hipertensão, alterações hormonais e insônia.

“Somos assaltados o tempo inteiro por ruídos altíssimos”, nota o otorrinolaringologista Arnaldo Guilherme, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. Só para você ter uma idéia, o trânsito em cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Salvador alcança facilmente os 80 decibéis, o mesmo que um liquidificador ligado a 1 metro de distância.

Qual é o Seu Nível de Permissividade no Trânsito?

 

Prezados amigos, alunos, profissionais do trânsito e operadores do Direito, envio em anexo, para conhecimento e reflexão, texto de minha autoria, intitulado “Qual é o Seu Nível de Permissividade no Trânsito?

Atenciosamente


” Estamos no início da Década mundial de ações pela segurança do trânsito (2011/2020), instituída pela Organização das Nações Unidas e ratificada por diversos países (inclusive o Brasil), os quais se comprometeram a adotar ações para garantir a segurança do trânsito e reduzir à metade o número de mortes nos contingentes de trânsito.

Para discutir sobre o assunto, a FENASDETRAN – Federação Nacional de Associações de DETRAN realizou, de 05 a 07 de outubro deste ano, o 7º Congresso Brasileiro Trânsito e Vida, em Fortaleza/CE, para o qual fui convidado a participar, como palestrante, da mesa de debates com o tema “A formação de profissionais que integram o Sistema Nacional de Trânsito. Estamos no rumo certo? Que ações precisam ser adotadas?”

Julyver Modesto de Araujo
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Anexos: 


Mais textos deste autor:
A Esfinge e o Código de Trânsito
Reflexões Sobre Trânsito
Radar na Via Não Precisa Mais de Aviso. Respeite os Limites
Os Veículos Prestadores de Serviços Públicos e as Infrações de Trânsito
 

 

Danos Morais

 

Os danos morais são aqueles que acabam por abalar a honra, a boa-fé subjetiva ou a dignidade das pessoas físicas ou jurídicas.

A caracterização da ocorrência dos danos morais depende da prova do nexo de causalidade entre o fato gerador do dano e suas conseqüências nocivas à moral do ofendido.

É importantíssimo, para a comprovação do dano, provar minuciosamente as condições nas quais ocorreram às ofensas à moral, boa-fé ou dignidade da vítima, as conseqüências do fato para sua vida pessoal, incluindo a repercussão do dano e todos os demais problemas gerados reflexamente por este.

Mesmo considerando que em alguns casos já existam jurisprudências que indiquem parâmetros, é subjetivo o critério de fixação do valor devido a título de indenização por danos morais. Isto porque, cada pessoa física ou jurídica tem uma situação singular e o dano que lhe for causado lhe acarretará prejuízos de acordo com suas características.

Neste sentido, é importante frisar que a fixação de indenização por danos morais tem o condão de reparar a dor, o sofrimento ou exposição indevida sofrida pela vítima em razão da situação constrangedora, além de servir para desestimular o ofensor a praticar novamente a conduta que deu origem ao dano.

Assim, tendo em vista a teoria do desestímulo, cada ofensor deve ser condenado a pagar indenização que represente medida eficaz para que não volte a praticar o ato ilícito, observando-se, para tanto, sua capacidade econômica e a conseqüente razoabilidade do valor que deve ser arbitrado sem que lhe abale demasiadamente, mas que torne necessária a imediata correção da prática de posturas reprováveis como a que ensejou a condenação.

Fonte: www.danos.com.br

 

Trânsito Brasileiro, Qual O Meu Papel Nessa “Guerra”?

 

As Manchetes diárias são rotinas a respeito da Guerra da imprudência, negligência, falta de educação:
“Ele estava na contramão e atingiu de cheio o idoso que atravessava inocentemente a rua.”
“Ele não respeitou a faixa contínua, vindo a colidir frontalmente com o veículo ao ultrapassar o caminhão, o resultado foi a morte de pai e filho do veículo que vinha ao contrário.”
“Mãe e bebê de colo morrem ao ser atropelados ao atravessarem a faixa de pedestre, o motorista não respeitou a preferência e fugiu sem prestar socorro.”
“A guerra do trânsito faz mais uma vítima na cidade, inconformado pelo barulho da buzina, motorista atira e mata o outro no centro da capital.”
“Imprudência tira a vida de dois ocupantes de uma motocicleta.”

Isso são alguns exemplos do que presenciamos no nosso cotidiano, eles assustam, nos deixam até perplexos e às vezes até mesmo impotentes diante dessa situação que se agrava a cada dia. Uma guerra que ceifa vidas de inocentes, tais como os terroristas que pegam de surpresas as multidões, quando não matam mutilam, deixam marcas para o resto da vida. Mas tudo isso poderia ser evitado? De que maneira? Essa guerra terá fim algum dia? Qual meu papel nessa guerra?

Muitos estudos, pesquisas, estatísticas, projetos tem sido desenvolvidos para que essa realidade mude, e que esse cenário seja de paz. Efetivamente, vemos pouco resultado. O efeito não tem sido satisfatório, levando-nos a reflexão de que a atuação tem sido mais nas causas e efeitos do que na prevenção, na conscientização.