AMT ou BBB?

 

Ultimamente na AMT estamos vivendo um verdadeiro BBB, onde muitos PARTICIPANTES (Agentes de Trânsito) só estão interessados no grande prêmio, isto é, estão atrás de algum CARGO DE CONFIANÇA, que lhes renda uma boa gratificação incorporada no futuro, sem no mínimo se importarem com os interesses da categoria, e para isto os candidatos não medem esforços afim de atingirem seus objetivos, pois jogam sem nenhum ESCRÚPULO, ÉTICA e MORAL, e com uma agravante, a falsidade (puxa-saquismo escancarado).

Se lá no BBB global os participantes escolhidos na maioria das vezes homens (bonitos e malhados) e as mulheres (lindas, siliconadas e gostosas), aqui na AMT não fazemos a menor idéia dos critérios de escolha, mas sabemos que em muitos casos eles são políticos, desprezando completamente a COMPETÊNCIA e a CAPACIDADE TÉCNICA dos possíveis candidatos aos cargos de confiança. Vale uma dica? Por que não deixarem os maiores interessados (agentes) decidirem essa questão?

Construindo a Cidade que Queremos

 
cid34O que não são as cidades senão espaços de convivência humana, locais de troca de experiência, de expectativas e de realização de sonhos e de ideais? O que não são nossas cidades senão espaços que escolhemos para viver, partilhar e construir?

A cidade é a casa coletiva de homens e mulheres, de crianças, jovens, adultos e idosos. Por isso mesmo deve ser democrática, no sentido mais amplo da palavra. Deve permitir o acesso de todos os cidadãos aos bens e serviços públicos e a tudo o que ela dispõe para oferecer à sua gente.

Costumo dizer que o tamanho da democracia de uma cidade pode ser medida pelo tamanho da acessibilidade que ela possui. Cidades acessíveis são aquelas que proporcionam condições de moradia, transporte, educação, saúde, lazer, esporte, trabalho, cultura, mobilidade, segurança a quem quer que seja, independente de a pessoa ter algum comprometimento motor, visual, auditivo, sensorial ou múltiplas deficiências. Ou seja, a acessibilidade universal pressupõe a garantia de acesso de TODOS os cidadãos, sem qualquer distinção, a políticas públicas calcadas nos princípios e garantias fundamentais do ser humano.

Ponto Digital

 

Quando estamos com algum problema, obviamente, procuramos a sua resolução, a fim de extirpá-lo. Para isso tomamos as decisões que nos pareçam capazes de solucionar a questão. Ressaltando que a sua não solução, em tempo hábil ou exíguo, em regra, tem como conseqüência a agravação dos seus efeitos, posto que os seus fundamentos vão se enraizando e solidificando.Tornando, assim, cada vez mais complicada a sua feitura.

Note que quando procuramos tal solução e esta se perfaz por meio de uma conduta absolutamente medíocre, ou melhor, insignificante à consecução da sua resolução. Temos consubstanciado uma qualificada agravante, que resultará em um efeito ao revés, isto é, a solução da questão estará ainda mais distante que outrora.

O Grande Engarrafamento: profecias, verdades e demônios

 

Em uma crônica intitulada Engarrafamento, escrita no início da década de 80, Luiz Fernando Veríssimo anuncia em tom apocalíptico o grande engarrafamento. O excesso de automóveis nas ruas atingiria tão alto patamar que as pessoas seriam forçadas a abandonarem seus veículos devido a impossibilidade de movê-los. Em seguida, uma população marginal habitaria os automóveis, alugando para outros os espaços ociosos.
Através de sua pena, o escritor gaúcho fez uma alerta à sociedade sobre a voracidade com que os automóveis ocupavam as vias das grandes cidades. Mas muita gente prefere ignorar o aviso. Em Goiânia, por exemplo, existe uma ditadura dos carros nas vias públicas. No trânsito, estes tem prioridade sobre os outros meios de transporte.

ALERTA: “o sinal está vermelho”

 

A Lei de Contravenções Penais, Decreto-Lei n.° 3.688 de 1941 no seu artigo 42, estabelece pena de prisão simples ou multa para aquele que perturbar o trabalho ou o sossego alheios:com gritaria ou algazarra; exercendo profissão incômoda ou ruidosa,em desacordo com as prescrições legais; abusando de instrumentos sonoros ou sinais acústicos; provocando ou não procurando impedir barulho produzido por animal de que tem a guarda. In verbis:
Art. 42. Perturbar alguém o trabalho ou o sossego alheios: 
I – com gritaria ou algazarra;
II – exercendo profissão incômoda ou ruidosa, em desacordo com as prescrições legais;
III – abusando de instrumentos sonoros ou sinais acústicos;
IV – provocando ou não procurando impedir barulho produzido por animal de que tem a guarda:
Pena – prisão simples, de quinze dias a três meses, ou multa, de duzentos mil réis a dois contos de réis. (grifo nosso)

Indústria Da Morte

 

Em qualquer tipo de processo industrial, organizacional, de execução ou produção, para que os resultados sejam satisfatórios, preciso é que, todas as peças pertencentes ao processo funcional, trabalhem em perfeita harmonia. Pelos menos esse é o esperado. Qualquer distonia entre as diversas entidades encarregadas da execução de um trabalho ou planejamento qualquer, poderá comprometer o resultado esperado. Quando levamos essas afirmações para o lado do planejamento e execução de políticas para o trânsito, mobilidade e prevenção de acidentes, os resultados gerados pelas dissonâncias dos órgãos encarregados dessa tarefa, geralmente são expressos em número de mortes.