Articulação da Linguagem e o Agente de Trânsito

It's NationalHamburger Day!

As imagens físicas acabam se realizando em linguagem, isto é, recebe significação, sendo codificadas. Assumindo, então, o caráter de linguagem escrita e/ou falada, por exemplo. Logo, são captadas e empregadas como mensagens. Dessa maneira, se dá o domínio das imagens por meio de representações, tais como: fotos, desenhos, escritos, símbolos, vídeos, etc. Sendo, por conseguinte, a TV um bom exemplo do poder das imagens e suas consequentes representações.

Logo, faz-se imprescindível pensarmos quais as representações queremos repassar para a mente (memória) da sociedade. E isso se dá a partir da articulação da linguagem. Especialmente, a verbal e escrita, bem como a física, aquela exposta nas ruas da cidade quando executamos o nosso labor.

Com efeito, um bom início à consecução dessa “boa” representação é o ato de não deixar nada sem resposta, isto é, qualquer tipo de “ataque” ou exposição equivocada por parte da imprensa por exemplo, deve ser combatida. Até pelo fato dos meios de comunicação serem um dos maiores propagadores de imagem (e consequente articulador e manipulador da linguagem nas suas várias formas de representação). A outra forma é deixarmos de nos esconder. Ou melhor, abandonarmos a postura tímida que nos é colocada, muitas vezes, pela própria Administração Pública. Que procura, “ocultar”o Agente de Trânsito (como se isso fosse possível), em determinados casos.

Para tanto, devemos buscar agregar conhecimento, postura e profissionalismo para expormos, falarmos, aparecermos e colocarmos a nossa posição, segundo a oportunidade e conveniência, mas com propriedade, autoridade e consequente identidade. Com efeito, uma resposta rápida e adequada denota, por si só, uma mudança de postura, trazendo consigo uma importantíssima mensagem (representação), a saber: que sabemos a nossa missão e posição atinente ao trânsito da cidade, e mais do que isso: que não estamos sozinhos. Usando então a correta e necessária articulação da linguagem.

Ademais, essa mudança de paradigma tem também um aspecto democrático interessante, uma vez que dá ao ao ouvinte ou/e telespectador, a partir do acesso as posições distintas, a oportunidade de que ele mesmo realize o seu juízo de valor. A partir das várias posições colocadas, segundo a sua própria capacidade cognitiva. Não ficando, assim, a mercê de tanta impropriedade e senso comum, não raro, dito sobre a categoria de Agente de Trânsito.

Portanto, é imprescindível arregimentar conhecimento para que possamos ser mais intrépidos e menos tímidos. Pois, como já nos ensinou o Messias, “os tímidos não herdarão o reino dos céus”. E entendo que, dentro do contexto colocado, o reino da terra expressa somente sombras do Reino de lá. Ou seja, o Todo Poderoso, com certeza usou bem a articulação da linguagem para representar (codificar) a sua soberania. Isso tanto no campo da imagem física quanto verbal, para que pudéssemos, da mesma forma, aprender, ou seja, usar tais codificações a fim de revelarmos a nossa identidade. Caso contrário, deixaremos de existir por falta de codificação. Leia-se: conhecimento, representação, resposta, posição, imagem, vez e voz.

Andréa Gonçalves



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