Arquivo da Categoria: Andréa Gonçalves

A “CULPA” NÃO É NOSSA – QUEREMOS A NOSSA DATA BASE

FOLHA

O poder executivo do município de Goiânia é composto por 24 órgãos municipais, sendo destes, 3 Agencias, 3 Companhias, 2 Institutos, 14 Secretarias, a Controladoria e a Procuradoria. As informações do Portal de Transparência da Prefeitura apontaram a existência de 49.375 servidores no município, em março de 2016. Do total de funcionários constante na Folha Salarial, 86,4% corresponderam a 42.608 servidores vinculados a apenas 4 órgãos municipais. O maior contingente, de 16.516 ou 33,5% referiu-se aos servidores lotados na SMEE – Secretaria Municipal de Educação e Esporte, seguida pela SMS – Secretaria Municipal de Saúde (20,1%) com 9.918, a COMURG – Companhia de Urbanização de Goiânia (16,5%) totalizou 8.143 e o IPSM – Instituto de Previdência dos Servidores Municipais (16,3%) registrou 8.031 servidores. Dessa forma, os 6.767 servidores restantes compuserem os demais órgãos da Prefeitura Municipal de Goiânia.

Em relação ao tipo de contratação, os dados apontaram que, do total de servidores relacionados na folha de pagamento de março de 2016,

  • 56,1% ou 27.700 servidores integram o quadro efetivo da Prefeitura;
  • 15,6% (7.713) são celetistas;
  • 13,3% (6.570) referem-se aos aposentados;
  • 3,0%(1.479) são comissionados e
  • 2,8%(1.368) os pensionista.
  • 8,3% correspondente a 4.107 funcionários enquadrada em Outros se refere aos contratos de mão de obra terceirizados, em substituição a servidores e empregados públicos conforme parágrafo 1º do Art. 18 da LRF.

Por Um Trânsito Mais Humano

 

AMARELO

A Violência Contra Mulheres e Meninas é uma Grave Violação dos Direitos Humanos

 

CEVAM

A violência contra mulheres e meninas é uma grave violação dos direitos humanos. Seu impacto varia entre consequências físicas, sexuais e mentais para mulheres e meninas, incluindo a morte. Ela afeta negativamente o bem-estar geral das mulheres e as impede de participar plenamente na sociedade. A violência não tem consequências negativas para as mulheres, mas também para suas famílias, para a comunidade e para o país em geral. A violência tem ainda enormes custos, desde gastos com saúde e despesas legais a perdas de produtividade, impactando os orçamentos nacionais e o desenvolvimento global.

Décadas de mobilização da sociedade civil e dos movimentos de mulheres têm colocado o fim da violência de gênero no topo das agendas nacionais e internacionais. Um número sem precedentes de países têm leis contra a violência doméstica, agressão sexual e outras formas de violência. No entanto, os desafios persistem na implementação dessas leis, limitando o acesso de mulheres e meninas à segurança e justiça. Em geral, não há iniciativas eficazes de prevenção da violência contra a mulher e, quando esta ocorre, muitas vezes os culpados permanecem impunes ou são condenados a penas brandas.

PRECISAMOS MUDAR ESTA TRISTE REALIDADE.

O SINATRAN DECLARA QUE É ABSOLUTAMENTE CONTRA QUALQUER TIPO OU ATO DE VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES.

DIGA NÃO À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER.

PARABÉNS AO CEVAM QUE, EMBORA AS SUAS DIFICULDADES, COMBATE ESTA VIOLÊNCIA E ACOLHE AS SUAS VÍTIMAS

Diálogo de Segurança: ADOTE ESTE PROCEDIMENTO

DIÁLOGO DE SEGURANÇA PRETO

Convocação Ordinária

2 REUNIÃO DA DIRETORIA

Descompromissados Com a Correção do Ato

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No dia 16/02/16 estive conversando com o Sr. José Humberto e com o Sr. Omar Rone, Conselheiros do CMAP – Conselho Municipal de Assistência e Previdência – sobre a nossa aposentadoria especial. As informações não foram boas, a saber: a lei ainda não passou por lá, talvez passe, mas, em todo caso, dificilmente teria um parecer positivo, uma vez se tratar de matéria de competência privativa do Executivo Municipal. Todavia, já estamos estudando qual o possível e correto caminho. Uma coisa é certa: a discussão precisa ser aprofundada e, especialmente, os oportunistas, descompromissados com a correção do ato, devem ser apartados, pois, na verdade, servimos de fantoche para a pseudo promoção de determinados legisladores.

Chamando à Responsabilidade os Membros do CMAP (Conselho Municipal de Assistência e Previdência)

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O SINATRAN conjuntamente com o FÓRUM SINDICAL esteve reunido com o CMAP – Conselho Municipal de Assistência e Previdência – no dia 17/02/16. Momento em que entregamos documento aos Conselheiros explicando as implicações legais, notadamente, referente às possíveis responsabilizações no que pertine ao posicionamento deste Conselho em relação à Lei 9752/2016, que trata de desafetação de áreas públicas para o pagamento de dívida previdenciária, do parcelamento dos débitos previdenciários e de transferência de recursos do Fundo Previdenciário II para o extinto Fundo Previdenciário I. Tendo em vista que esta Lei, na verdade, poderá ensejar ainda maiores prejuízos aos servidores pelos seus próprios termos.

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Contundentes Contra Qualquer Ato de Violência

Em apoio à colega Walquíria, hoje no Juizado Especial Criminal do Setor Urias, ratificamos a nossa postura de não deixar de lado as agressões implementadas contra nós agentes de trânsito, precisamos ser contundentes em face de qualquer ato de violência contra a nossa Categoria.

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