Arquivo da Categoria: Andréa Gonçalves

Resposta da SEMAD quanto às Progressões, e a luta continua

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Estivemos hoje, novamente, no Paço para tratar  das PROGRESSÕES, a Gerente do setor de Promoção, informou que é possível que até amanhã, 15/08/18 o outro processo de progressões esteja pronto.
Esclareceu ainda que os casos em que faltarem algum tipo de documento (avaliações, ou outros) será informado via oficio formal qual seja o problema existente  para a sua resolução.
Antevendo possíveis problemas quanto a falta de avaliação de  desempenho, fomos até a SMT  e pegamos todas as avaliações de desempenho que ainda estavam pendentes, e, hoje, já entregamos estes documentos à SEMAD, a fim de agilizar o processo, regularizando a situação. Logo…

Estamos de “olho”, pois em Goiânia já tem servidor concursado para exercer a função de agente de trânsito, e guarda municipal não é agente de trânsito

Estivemos hoje também na Câmara Municipal conversando com o Vereador Juarez Lopes, pré-candidato a deputado estadual, unindo forças para garantir que o motorista goianiense seja multado tão somente e absolutamente por quem fez concurso público para agente de trânsito. E não por guarda municipal que fez outro concurso totalmente diferente.

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Estamos atentos, pois o projeto de lei do Vereador, Guarda Municipal Policarpo, prevendo essa vergonhosa possibilidade, ainda está em trâmite na câmara municipal.

ENTENDA TODO CASO:

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) por meio do Processo Administrativo n.º 71097340/2017 fez proposta de Convênio à Secretaria de Trânsito (SMT) de Goiânia. A minuta desse convênio dava aos GCMs o poder de atuar no trânsito, até mesmo fiscalizando e multando os motoristas na cidade, bem como previa, de início, o repasse de valores arrecadados com as multas de trânsito – quase 5 milhões e meio – que deveriam ser repassados para Guarda. Desta feita….

Articulação da Linguagem e o Agente de Trânsito

It's NationalHamburger Day!

As imagens físicas acabam se realizando em linguagem, isto é, recebe significação, sendo codificadas. Assumindo, então, o caráter de linguagem escrita e/ou falada, por exemplo. Logo, são captadas e empregadas como mensagens. Dessa maneira, se dá o domínio das imagens por meio de representações, tais como: fotos, desenhos, escritos, símbolos, vídeos, etc. Sendo, por conseguinte, a TV um bom exemplo do poder das imagens e suas consequentes representações.

Logo, faz-se imprescindível pensarmos quais as representações queremos repassar para a mente (memória) da sociedade. E isso se dá a partir da articulação da linguagem. Especialmente, a verbal e escrita, bem como a física, aquela exposta nas ruas da cidade quando executamos o nosso labor.

Com efeito, um bom início à consecução dessa “boa” representação é o ato de não deixar nada sem resposta, isto é, qualquer tipo de “ataque” ou exposição equivocada por parte da imprensa por exemplo, deve ser combatida. Até pelo fato dos meios de comunicação serem um dos maiores propagadores de imagem (e consequente articulador e manipulador da linguagem nas suas várias formas de representação). A outra forma é deixarmos de nos esconder. Ou melhor, abandonarmos a postura tímida que nos é colocada, muitas vezes, pela própria Administração Pública. Que procura, “ocultar”o Agente de Trânsito (como se isso fosse possível), em determinados casos.

ANO DE ELEIÇÕES: Renovação é Sempre Necessária, Fazendo Inclusive Parte Direta da Democracia

Igualdade de Oportunidades

Alternância de poder é um dos pilares conceituais relacionados diretamente com a DEMOCRACIA. Combatendo, assim, a perpetuidade e a permanência dos mesmos dirigentes dentro das instituições que se denominam como democráticas.

Pois tal conservação é perniciosa, uma vez que desvirtua o caráter de uma organização, de um governo ou de uma instituição constituídos como sendo de uma coletividade, ou melhor, pública. Tanto que a permanência dos dirigentes faz com estes, não raro, aja como se a instituição ou organização fosse deles, ou seja, como se trata-se de uma instituição privada: de sua propriedade.

Mais um Artigo nosso Publicado no Jornal Diário da Manhã

 

http://impresso.dm.com.br/edicao/20180625/pagina/2336177379_1691626377551739_3916234747671478272_o

Absurdo Total

STF APOS ESPC

A Constituição Federal em seu art. 40, parágrafo 4º, inciso II declara que o agente público que exerça atividade de risco tem direito a critérios diferenciados para aposentadoria, a conhecida aposentadoria especial. Mas o STF, por maioria de votos, disse não! Isto é, o que está escrito não vale nada.

A CF diz uma coisa, e o STF diz outra coisa…

O Poder Público coloca as Guardas Municipais em uma posição de alto risco, dando-lhes o poder de polícia, e depois retira um benefício previsto na CF decorrente desse mesmo poder e consequente risco?!

SUSP: SANÇÃO x VETO (o veto não tem o poder de afastar a realidade fática…)

O Presidente da República, Michel Temer – não obstante estejamos posicionados no art. 9°, parágrafo 2º, inciso XV, como integrantes operacionais do SUSP -, vetou o seu art. 44. Este nos informava que era considerado de natureza policial o tempo de serviço prestado pelo Agente de Trânsito.

 “Art. 44. É considerado de natureza policial e de bombeiro militar o tempo de serviço prestado pelos profissionais referidos no caput e nos parágrafos do art. 144 da Constituição Federal, pelos integrantes dos quadros efetivos da perícia oficial de natureza criminal e pelos agentes penitenciários, em todas as suas atividades, inclusive em exercício no Ministério Extraordinário da Segurança Pública e em cargos em comissão ou funções de confiança em órgãos integrantes do SUSP, vinculados à atividade-fim descrita no art. 144 da Constituição Federal.”

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(em Brasília no dia da votação)

Segundo o Chefe do Executivo o art. 44 provocaria potencial aumento de despesas, notadamente, referentes aos benefícios previdenciários, uma vez que o reconhecimento do exercício da atividade como sendo de natureza policial (leia-se: de risco) implicaria no direito à “aposentadoria especial”. Devendo esta matéria ser disciplinada, segundo o art. 40, parágrafo 4º da CF, por meio de lei complementar, e não lei ordinária como a do SUSP.

MANDE O DOCUMENTO PARA O EMAIL: sinatrango@gmail.com

 

ENTREGAR ATÉ DIA 19/06/2018. Após esta data deverá procurar a Assessoria Jurídica, cujo atendimento é todas as quintas-feiras.
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