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Código Internacional Q

 

Código Q é adotado internacionalmente por Forças Armadas e trata-se de uma coleção padronizada de três letras, todas começando com a letra “Q”, inicialmente desenvolvida para comunicação radiotelegráfica comercial, e posteriormente adotada por outros serviços de rádios, especialmente o radioamadorismo. Apesar dos códigos Q terem sido criados quando o rádio usava apenas o código Morse, eles continuaram a ser empregados depois da introdução das transmissões por voz. Para evitar confusão, sinais de chamadas têm sido freqüentemente limitados a restringir sinais começando com “Q” ou tendo uma seqüência de três Q embutidos.

Últimos Desenvolvimentos

O código Q original foi criado aproximadamente em 1909 pelo governo britânico, como uma “lista de abreviações… preparadas para o uso dos navios britânicos e estações costeiras licenciadas pela Agência postal geral”. O código Q facilitou a comunicação entre operadores de rádios marítimos que falam línguas diferentes, por isso sua rápida adoção internacionalmente. Um total de quarenta e cinco códigos Q aparecem na “lista de abreviações para serem usadas na radiocomunicação”, que foi incluída no serviço de regulamentação anexo à Terceira convenção internacional de radiotelegrafia. A convenção aconteceu em Londres e foi assinada em 5 de julho de 1912, tornando-se efetiva em 1 de julho de 1913.

Alfabeto Radiotelefônico

 

Um alfabeto radiotelefônico (por vezes confundido com o alfabeto fonético) é um sistema de identificação das letras do alfabeto por meio de palavras-código, utilizado sobretudo na comunicação falada, especialmente por rádio ou telefone, para soletrar palavras.

No mundo todo, existem inúmeros sistemas para identificar as letras do alfabeto e para unificá-los internacionalmente foi criado um alfabeto-padrão pela Organização de Aviação Civil Internacional e também adotado pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

Construindo a Cidade que Queremos

 
cid34O que não são as cidades senão espaços de convivência humana, locais de troca de experiência, de expectativas e de realização de sonhos e de ideais? O que não são nossas cidades senão espaços que escolhemos para viver, partilhar e construir?

A cidade é a casa coletiva de homens e mulheres, de crianças, jovens, adultos e idosos. Por isso mesmo deve ser democrática, no sentido mais amplo da palavra. Deve permitir o acesso de todos os cidadãos aos bens e serviços públicos e a tudo o que ela dispõe para oferecer à sua gente.

Costumo dizer que o tamanho da democracia de uma cidade pode ser medida pelo tamanho da acessibilidade que ela possui. Cidades acessíveis são aquelas que proporcionam condições de moradia, transporte, educação, saúde, lazer, esporte, trabalho, cultura, mobilidade, segurança a quem quer que seja, independente de a pessoa ter algum comprometimento motor, visual, auditivo, sensorial ou múltiplas deficiências. Ou seja, a acessibilidade universal pressupõe a garantia de acesso de TODOS os cidadãos, sem qualquer distinção, a políticas públicas calcadas nos princípios e garantias fundamentais do ser humano.

O Grande Engarrafamento: profecias, verdades e demônios

 

Em uma crônica intitulada Engarrafamento, escrita no início da década de 80, Luiz Fernando Veríssimo anuncia em tom apocalíptico o grande engarrafamento. O excesso de automóveis nas ruas atingiria tão alto patamar que as pessoas seriam forçadas a abandonarem seus veículos devido a impossibilidade de movê-los. Em seguida, uma população marginal habitaria os automóveis, alugando para outros os espaços ociosos.
Através de sua pena, o escritor gaúcho fez uma alerta à sociedade sobre a voracidade com que os automóveis ocupavam as vias das grandes cidades. Mas muita gente prefere ignorar o aviso. Em Goiânia, por exemplo, existe uma ditadura dos carros nas vias públicas. No trânsito, estes tem prioridade sobre os outros meios de transporte.